18 de agosto de 2009

Filme da Semana: Espalhadas pelo ar

Nas escadas de serviço de um prédio residencial, meninas fumam escondido dos pais. Tiram suas roupas, para evitar que o cheiro de fumaça as denuncie. CORA tem 30 anos. Ela mora no mesmo prédio que as meninas e está presa em um casamento infeliz. A mulher surpreende as meninas fumando. A partir daí, inicia seu caminho à liberdade.


O filme da semana na verdade é um curta metragem de apenas 15 minutos, mas incrível, da diretora Vera Egito. Suuuper recomendado e rapidinho, pode ser visto online Aqui (é só clicar no link no canto esquerdo da página e escolher o tipo de internet)

5 de agosto de 2009

Ciclo de Palestras: O Pensamento Francês e a Cultura Brasileira




Para quem não sabe, esse é o ano da França no Brasil. Para comemorar isso, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul juntamente com a Pontifícia Universidade Católica organizaram uma programação bastante interessante. Para os que tiverem maior curiosidade mais informações aqui.

4 de agosto de 2009

Filme da semana: Antes do Amanhecer


Jesse (Ethan Hawke), um jovem americano, e Celine (Julie Delpy), uma estudante francesa, se encontram casualmente no trem para Viena e logo começam a conversar. Ele a convence a desembarcar em Viena e gradativamente vão se envolvendo em uma paixão crescente. Mas existe uma verdade inevitável: no dia seguinte ela irá para Paris e ele voltará ao Estados Unidos. Com isso, resta aos dois apaixonados aproveitar o máximo o pouco tempo que lhes resta.


Um romance diferente e interessante que não cai em clichês. Cheio de papo-cabeça e frases marcantes. Ótima dica pra quem ainda não tem programa pro final de semana...

Quer saber mais?

3 de agosto de 2009

Programação Café Filosófico RGE – Agosto 2009

Módulo: “Entendendo a crise atual como o esgotamento de um modo de viver: a exigência de um novo estilo de vida”
Curador: Clóvis de Barros Filho

Consumo e trabalho na crise da sociedade contemporânea - Luciane Lucas

05 ago. Quarta
19h00. Caxias do Sul

Consumo é ação no mundo. Ação que define quem age. Que faz existir em sociedade Que informa quem é. Porque os pertencimentos e discriminações passaram a depender de uma certa prática de consumo. Consumir para ser e ser aceito. Mas esse mesmo consumo, de herói, indicativo de uma vida melhor para todos, tornou-se vilão. Bode expiatório de uma crise de causas complexas. Tema para mais de uma conversa. Objeto da nossa.

O pensamento moderno e a interpretação da crise na sociedade contemporânea - Julio César Pompeu

12 ago. Quarta
19h00. Caxias do Sul

De todas as transformações sofridas pelo mundo nos últimos meses – reunidas sob a alcunha de crise – muitas interpretações e soluções foram propostas. Discursos cuja legitimidade depende dos porta-vozes e espaços de enunciação. Para alguns, a solução é o resgate imediato dos valores da modernidade. A começar por uma presença regulatória do Estado. Para outros, as ocorrências da crise denunciam a necessidade de uma ruptura– ainda mais radical – com esses mesmos valores. Disso falaremos.


A Clínica do Trágico - Luiz Felipe Pondé

18 ago. Terça
19h00. Caxias do Sul

Uma visita a concepção trágica da vida (a tragédia grega e alguns filósofos trágicos posteriores) pode ser um recurso de enfrentamento dos fantasmas da utopia na medida em que coloca o homem diante de uma indagação ancestral: somos senhores de nosso destino? Qual o alcance da liberdade humana? No que os processos utópicos foram causa de uma modernidade covarde? Vida perfeita, sexo perfeito, amor perfeito, personalidade perfeita, liberdade perfeita, juventude eterna, todos fantasmas de um mau infinito. Em que medida o herói trágico, aquele que luta sabendo que jamais vencerá, pode ser um modelo mais humano diante desses fantasmas? Seria a tragédia uma visão mais madura da condição humana?

O pensamento pós-moderno e a falência da modernidade - Juremir Machado da Silva

19 ago. Quarta
19h00. Caxias do Sul

O pensamento pós-moderno – como toda análise complexa do mundo e de suas sociedades – está distanciado no tempo face a seu objeto. A fluidez da realidade que nos dispomos a investigar torna impossível e indesejável ombrear-nos com as assertivas da modernidade. Cheias de certeza e com pretensões universais. Limitamo-nos a um olhar sobre o mundo. Da perspectiva que nos toca. A partir das emoções do corpo investigador que interage. Num fluxo de mundo doravante denominado de crise.


Moral e estilo de vida na crise da contemporaneidade - Clóvis de Barros Filho

26 ago. Quarta
19h00. Caxias do Sul

O questionamento sobre a ética aparenta ser constante na sociedade. Com ou sem crise. Com mudança ou não de valores e paradigmas. O discurso da eficácia corporativa e suas metas, tão elogiados no início do século, hoje é duramente condenado. Problemas econômicos e ambientais sugerem o retorno aos valores baseados no respeito e na cooperação.

29 de julho de 2009

Festa do Curso de Letras