19 de dezembro de 2009
Importante
16 de dezembro de 2009
Pintura inspirada em obra de Sade
Uma das suas obras mais divertidas (na minha opinião!) foi inspirado pelos textos de Marquês de Sade (não podia ser diferente!), e pintada em 1948. A tela chamada Filosofia na alcova tinha o objetivo de desafiar a percepção dos observadores, celebrando a imaginação libertina de Sade.
C'est ça:
Livro da Semana: Uma Estação No Inferno
Filme da Semana: Ervas Daninhas
27 de novembro de 2009
envolta em sujeira e em lixo,
és triste e corrompida.
Até onde fostes por teu esplendor?
Foste ao mais baixo nível do ser humano
e tentou retornar,
e retornou.
Podre, corrupta e suja.
C.I.N.T.I.A
Sua infância acabou
E você sente dor
Sentia dor...
A maquiagem se borrou
As bonecas se perderam
E seu amor fugiu pelo rombo que há em seu coração.
Cíntia, você deveria ter respeito pelos seus sentimentos
Às vezes é bom seguir o coração
E não confiar na bondade de estranhos.
Não adianta se enganar
Todos sabem que tudo acabou
Seu brilho se apagou.
Não descasque a ferida
Você sabe que o fim está próximo
Você não merece essa vida.
O fim chegou e tudo continua igual,
Acende teu último cigarro,
Veste tua calça nova,
Cíntia,
Teu corpo jovem e cru
Estendido na rua
Cíntia, você não merecia essa vida.
23 de novembro de 2009
Deixe sua alma brilhar...
quando as sombras rodearem seu corpo
pare de se esquivar da dor
deixe que o peito se abra e cante
a melodia que escorre do coração
Nem sempre conseguimos cultivar o que queremos
às vezes o que sentimos não é decifrável
mas mesmo assim escolhemos sofrer
pois é esse o sentimento que nos mantém
é a dor que tolda nossos olhos
que nos permite ver a beleza
de uma alma que transborda
todo o desejo de viver
e a chuva fresca que molha meu corpo
trazem a recordação de um dia
que ainda não existiu
O movimento das folhas caindo no chão
A magia das formas que se destacam
e a ânsia louca pela proximidade de outrora
evidências de uma chama que não se extinguiu...
20 de novembro de 2009
Sintonia
Ontem, ante meus olhos
Havia um véu negro
Que escurecia tudo ao meu redor,
Abafava as melodias,
Tornava as coisas frias e secas.
Nada colorido existia
Meus dias eram nebulosos
E os sons se resumiam em ruídos de
Raios e trovoadas
Que ecoavam dentro de mim.
O doce som da tua voz
Tirou meus dias da escuridão,
Deu vazão a um mundo novo
Cheio de melodias.
Teu timbre me trouxe só prazer,
Teus olhos mostraram-me cores,
Que até então eram desconhecidas.
Trouxeram-me alegria
Ao ver na mesma sintonia
Teu olhar encontrar o meu
Hoje meu mundo é todo azul
E devo isto a você.
Ao doce som da tua voz,
Que me faz pensar somente em nós.
Aos teus olhos azuis da cor do céu,
Que tiraram da minha vida o negro véu.
Ao Ritmo da tua musica,
Que embala os meus dias
Agora só de alegrias.
E a tua existência,
Por que mesmo com a tua ausência,
Te sinto encostado a mim.
18 de novembro de 2009
ATIVIDADES DE EXTENSÃO
INGLÊS NA PRÁTICA COM ISA MARA LANDO
DATA: Terça-feira, 24/11/09, 20h
MINISTRANTE: ISA MARA LANDO – Tradutora
COORDENAÇÃO: Profa. Dra. Giselle Olivia Mantovani Dal Corno
Sarau poético e lançamento das obras “Poemas de Emily Dickinson” e “VocabuLando dicionário de usos do inglês”
DATA: Quarta-feira, 25/11/09, 19h40min
Local: Livraria Do Arco da Velha – Rua Os 18 do Forte, Centro
A poesia de Emily Dickinson: oficina
DATA: Quinta-feira, 26/11/09, 13h40min
Local: CARVI – Bloco F – Sala 205
Traduzir com adequação: o uso do dicionário
DATA: Quinta-feira, 26/11/09, 17h40min
Local: Cidade Universitária – Bloco L – sala
OBS.: Os participantes recebem atestado de 4h pelas atividades frequentadas, lembrando que a atividade da quinta-feira, embora em dois horários distintos, conta apenas como 4h.
Local: Auditório do bloco E, sala 305, da UCS
11 de novembro de 2009
Inversão de sentimentos
Ao seu lado a vida toda era primavera
O calor do sol, o cheiro doce das flores
Tornavam a vida mais bela
A suavidade do canto dos pássaros
Embalava suas palavras aos meus ouvidos
Que um dia ouviram palavras tão frias
Como uma noite de inverno
Que estava se aproximando.
O céu escureceu, o vento forte assoviava
E depois, meus dias se resumiam em noites frias e escuras
Um tímido raio de sol invadiu meu quarto
Dando início ao fim das amarguras
E cansada de lamúrias
Deixei-o permanecer.
Agora te encontro em plena escuridão
Teus olhos procuram os meus e tateiam meu corpo
Como um dia, suas mãos fizeram
Tua boca procura a minha
E encontra apenas o sabor amargo da solidão
O sol já anunciou
A primavera está voltando
As flores estão novamente brotando
E desta vez seu cheiro é ainda mais doce
O vento acaricia meus cabelos
Sob o suave calor do sol
Os pássaros cantam sua linda melodia
Que agora embala meus pensamentos
Pensamentos estes que agora são livres
Ah meu amor
Ouve com o coração
O meu recado levado pelos pássaros
Eles dizem em seu lindo canto
Que assim como provei do seu amor
Provei do seu desprezo
Agora o que mais desejo,
Depois de toda essa dor
É que a primavera sorria também para ti
Filme da Semana: OldBoy

Quem gosta dos filmes do Tarantino (sexo, violência e vingança) vai adorar =)
Certificados da Semana Acadêmica
Não esqueçam!
Beijinhos
MOTEL
A mostra de talentos de estudantes de Letras, promovida pelo DALMAQ, objetiva incentivar e valorizar a produção artística e acadêmica de estudantes e professores do curso.
O MOTEL acontecerá no dia 4 de dezembro, às 14h, no auditório do Bloco A.
As apresentações terão início às 14h, com trabalhos de cunho acadêmicos e produções teóricas, ás 16h acontece a apresentação de trabalhos literários, como leitura de contos e poesias, e às 18h apresentações de produções musicais, danças e teatros. Ao término de cada bloco haverá um intervalo de 15min. Paralelamente às apresentações, serão expostos trabalhos como poesias, contos, desenhos, fotografias e artesanatos dos estudantes e professores inscritos.
Participação
1. Poderão participar do evento, com apresentação de trabalhos, alunos e professores do curso de Letras.
2. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 27 de novembro por email (letras.ucs@gmail.com).
3. Para que a inscrição seja efetivada, é importante que o estudante envie o nome do seu trabalho, com um pequeno resumo, a identificação de qual bloco deseja participar (produção teórica - contos e poesias - música, teatro e dança - apenas exposição) e o tempo de duração da apresentação.
4. Qualquer produção poderá ser inscrita, o tema do MOTEL é livre.
5. Ouvintes não precisam de inscrição prévia.
Premiação
O melhor trabalho de cada bloco de apresentação será premiado com livros literários, além de receber o certificado de primeiro lugar. Todos os participantes também receberão certificado de apresentação de trabalho.
9 de novembro de 2009
10 Melhores Vilões da Literatura
1º Lúcifer (O paraíso perdido/Fausto/ A divina comédia/Bíblia)
Quem mais você esperava?
2º O sistema (O processo/ Crime e castigo/ Madame Bovary/ Germinal/ A insustentáve leveza do ser/ O castelo/1984/etc.)
Ok, é clichê! Mas ele foi a causa dos tormentos das personagens Kafkianas, o motivo que barrou a felicidade de Ema Bovary,a razão que levou Raskolnikov a matar e tantas outras coisas. Sem dúvida um vilão onipresente em quase toda a literatura.
3º Lady Macbeth (Macbeth)
Linda!
3º Conde Drácula (Drácula)
Outro clichê. Mas merece estar aqui.
4º Madrasta da Branca de Neve (Branca de Neve)
Só uma grande vilã, com uma mente muito perversa, deixa de ser uma gostosa para virar uma velha horrenda que sai distribuindo maçãs dentro da floresta.
4º Iago (Otello)
Shakespeare, né?
5º Cathy Ames (A leste do Éden)
Perversa. Insana. Sexy. Queimou os próprios pais quando ainda era adolescente.
6º Medeia (Medeia)
Que mãe mata os próprios filhos para se vingar da traição do marido?
7º Lobo Mau (Chapeuzinho Vermelho/ Os três porquinhos)
Não necessita apresentações.
8º Marquesa de Merteuil (As relações perigosas)
Só ela é capaz de arruinar vidas através de cartas.
9° Hermógenes (Grande Sertão: Veredas)
Precisava de um brasileiro.
10º Edmund (Rei Lear)
Na verdade, qualquer vilão de Shakespeare pode estar nesta lista.
8 de novembro de 2009
Livro da Semana: Viagem ao Fim da Noite

Obra-prima de Louis-Ferdinand Céline, Viagem ao Fim da Noite denuncia com rara virulência o sofrimento de viver e a fragilidade da condição humana. Neste relato semiautobiográfico, Céline narra a vida do anti-herói Ferdinand Bardamu, cuja trajetória começa na Primeira Guerra, passa pela África colonial, por uma América do Norte em franca industrialização e desemboca de volta na França, onde o protagonista se estabelece como médico num subúrbio de Paris. Ao longo do percurso, vai se revelando a visão de mundo soturna e pessimista de Céline, sempre pontuada por um humor cínico e um desencanto quase patológico pela humanidade. Não à toa, Liev Trotski chamou este romance de "panorama do absurdo da vida".
Os 10 melhores vilões do cinema
1. Mr Blonde (Cães de Aluguel)

2. Hannibal Lecter

3. Alex DeLarge (Laranja Mecânica)

4. Frank (Era uma vez no Oeste)

5. Freddy Krueger (A hora do pesadelo) - não me xinguem, eu virei fã do Freddy desde os meus 7 anos, quando meus pais compraram um vídeo cassete (foi o primeiro filme que eu peguei na locadora!)

6. Mr. Norman Bates (Psicose)

7. Jack Torrance (O Iluminado)

8. Henry (Eraserhead)
9. Coringa

10. Don Vito Corleone (O poderoso chefão)

Ok, nem todos são vilões, mas são os meus não-heróis preferidos... Talvez se eu pensar melhor eu até prefira outros, mas esses foram os primeiros que eu me lembrei!
Festa de Halloween
7 de novembro de 2009
Conto: Andávamos Tristes.
Andávamos tristes.
Andávamos tristes. Era um verão estranho, calor de secar coisas. Perguntei a ela se queria um balão. Ela me olhou duvidosa da pergunta. Para que um balão? O vendedor derretia embaixo de uma árvore. Os balões murchando. Faziam um ramalhete colorido de dores. Achei que um balão pudesse alegrá-la. Ela concordou com a cabeça e fomos até a sombra da árvore. O vendedor nos olhou sem esperança e continuou fumando seu cigarro. Olhei para ela. Tinha os olhos cansados e sonolentos. Perguntei se queria o amarelo ou o azul. Ela olhou todos os balões e me perguntou por que eu havia oferecido somente aqueles. O amarelo me alegrava mais. O azul, confesso, estava meio murcho e, nenhuma das outras cores me faria gastar qualquer moeda que fosse. É para te animar, falei meio descrente. Amarelo é uma cor boa. Ela ficou um tempo olhando ao longe. Olhando algo que eu não via, que eu sequer sabia existir. E então num gesto meio aborrecido com a cabeça ela apontou o amarelo. Eu fui até perto do vendedor olhei os balões todos coloridos e pedi um amarelo. Ele puxou a corda e me entregou o balão. Estendi a mão com duas moedas, mas ele me fez sinal negativo com a cabeça. Entregou o balão e virou às costas. Ele ainda olhou para trás, olhou para ela e baixou novamente os olhos, a cara sardenta se contraiu. Entreguei o balão a ela. Ela olhou o balão como quem aceita uma fatalidade, estendeu a mão e enrolou o barbante num dedo. Olhei ao redor, algumas pessoas aglomeravam-se ao longe. Seguimos assim para o funeral. Ela segurando o balão amarelo com a mesma cara triste que tinha antes, talvez mais triste. Uma lágrima presa no olho esquerdo. Eu, sem saber sua cor preferida. Acho que aquele verão havia secado algo entre a gente e secaria ainda mais. O balão amarelo voava tonto e pálido. A corda amarrando suas disposições, o balão como se fosse uma bola de ferro. O que nos unia era a minha simpatia pela cor e, um dedo pendendo ao lado do corpo encurvado dela. Voltamos para o apartamento. Aquilo estava de doer. Metade das coisas encaixotadas, outra metade ainda por fazer. As roupas dela em cima da cama. Ela não havia dito nenhuma palavra desde o funeral. Foi até a janela e novamente olhou distante. Tu estás feliz, me perguntou. Eu respondi que não sabia. Ela disse que esperava que alguém estivesse feliz por ali. Eu encolhi os braços e afundei a cabeça no meu próprio peito. Ela no quarto olhava o balão tão amarelo, amarelo demais. Pendurou-o na cabeceira da cama, como se para lembrar de algo. Lembrar talvez das tentativas, das escolhas, dos erros, dos arrependimentos, das palavras e dos olhares perdidos. Ainda talvez dos sonhos. Deitou-se olhando para o teto. E chorou duas cascatas de coisas as quais não me caberia perguntar nada sobre. Chorou imóvel, sem soluços ou suspiros. Aqueles choros que saem resignados, choro de coisas perdidas. Choro de impossibilidades. Levantou-se e foi até a janela, onde eu observava o dia inerte. Me dá outro balão, ela pediu. E para que outro balão, eu retruquei. Para pendurar do teu lado da cama e te alegrar também. Mas eu não quero um balão. Então, ela me olhou ressentida e perguntou o que eu teria pensado para crer que um balão a alegraria tanto. Eu disse a ela que como tivesse aceitado o balão, pensei estar certo. Ela apoiou os dois cotovelos na janela e desta vez olhou tão longe e certo, que eu acreditei ter visto algo também. Voava entre os prédios, longe, um balão vermelho.
29 de outubro de 2009
Filme da Semana (Especial Halloween) - À L'intérieur

Sinopse:
"Sarah, uma jovem fotógrafa, está sozinha na noite de Natal. Ela está assim desde que seu marido morreru num acidente de carro. Só e grávida, recebe apenas as visitas de sua mãe dominadora e de seu chefe egocêntrico. A noite de natal é o último dia antes de ir para o hospital ter o seu bebê. Mas o silêncio de sua casa é quebrado quando uma misteriosa mulher bate à sua porta. Sarah desconfia e não atende. Todavia, a mulher se recusa a ir embora. Quando as coisas começam a se complicar, Sarah fica temerosa e chama a polícia, enquanto a mulher a observa pela janela. Ao chegar, a polícia não encontra a mulher em lugar algum e, depois de tranquilizá-la, vai embora. Sarah fecha a porta, sem saber que a mulher está dentro da casa. Enquanto a noite se transforma numa longa luta entre as duas mulheres, Sarah faz de tudo o que pode para se proteger dos ataques, até sentir as primeiras contrações."
Filme que será apresentado no coquetel de Halloween.
Trailer:
Conto de um dia chuvoso
Quando a chuva a pegou de surpresa na rua, decidiu abrigar-se no vão de dois prédios, ao lado de duas grandes lixeiras para esperar a chuva passar e seguir seu caminho normalmente.
Parou de frente para a rua, mas ao olhar para o lado viu um homem.
O homem não era um mendigo, tampouco um homem mal arrumado, era um homem comum, um pouco rústico, mas comum. Olhou a camiseta molhada do homem, que deixava destacado seus braços fortes e o peitoral robusto. Aquele homem era diferente dos homens que ela sempre tivera.
Aline era uma moça muito bonita, loira de olhos verdes, alta e esbelta. Sempre teve os melhores homens e as melhores bolsas. Seus homens eram homens ricos, magros, bonitos como galãs.
Ficou olhando para aquele homem, que nem sequer olhou para ela direito, olhou a calça jeans surrada e apertada, esculpindo um belo corpo. Lambeu os lábios decidiu puxar papo com ele.
- Que chuva né?
-Sim. respondeu o homem, friamente.
-Qual o problema comigo? Será que ele não me achou sexy? Por que ele não me olha?- pensou consigo mesma.
Ela voltou a observar os braços fortes dele, subindo pelo pescoço grosso e passando pela barba rala que ele tinha na face.
Barba... Nunca experimentou uma barba pelo corpo, todos os homens com quem saiu, sempre estavam perfeitos demais, não tinham cheiro de pele, só o cheiro dos melhores perfumes.
Chegou mais perto dele.
- Vi um rato na lixeira, fiquei com medo. - disse para o homem indiferente.
- Você não é acostumada com ratos? Eu já me acostumei. respondeu
Ela decidiu ir um pouco na chuva, mas voltou. De modo que sua blusinha branca de gola ficasse molhada para poder chamar a atenção do homem e quem sabe irem à um motel...
-Moço, me ajuda, arrumar esse sapato. Está todo molhado e escorregadio.
Ele deixou que ela se apoiasse nele para tirar os sapatos.
Tocando naquela pele dura e com um cheiro forte de homem, ficou excitada.
- Garota, você não deveria tirar os sapatos.. você é maluca, pode pisar em algum caco de vidro..
- Não.. eu só quero ajeitar... lhe falei.
Ele finalmente olhou para os seios que apontavam na blusa, olhou os pezinhos de boneca e resolveu aproveitar-se da situação.
Enquanto Aline ajeitava os sapatos e a saia, ele a agarrou pelos ombros, a colocou sobre uma lixeira, lotada de lixo orgânico, a beijou com muita força.
Aline não resistiu, e deixou ser levada e beijada.
Ele a pôs com as pernas abertas sobre a lixeira e brutamente arrancou sua calcinha rosa de renda, jogando no chão. Abriu o ziper da calça e a penetrou. Aline o abraçou, sentindo o cheiro forte dele, sentindo toda a força de um homem de verdade, sentindo a barba raspar em seu pescoço.
Ele abriu a blusa dela, arrebentando alguns botões.
- Beija meus seios, quero sentir tua barba - disse ela
- Não-ele disse, acompanhado de um tapa no rosto perfeito da mocinha
Ela nunca apanhou de ninguém, nisso soltou um gemido mais forte.
Aline achou que fosse ser rasgada, pois nunca havia sido fodida com tanta força. Certo momento ele a pôs de frente, com a cara nos sacos de lixo e disse:
- Empina bem esse rabo para mim.
Ela ergueu muito e esperou a penetração, sofrendo assim uma grande dor, pois ele visitou o lugar em que ela ainda era virgem. O misto de dor, prazer, sujeira e medo a deixaram mais excitada ainda. Estava quase gozando quando mais uma vez ele a mexeu.
-Chupa agora.
A pos no chão e empurrou o pau na boca carnuda dela. Sentindo gosto de merda com libido, ela chupou com muita vontade enquanto era segurada pelos cabelos. Logo ele gozou em sua boca. Sentiu o gosto da porra, que lhe deu repulsa no início, quase vomitando e querendo tirar a boca, mas quando ela tentou tirar, o homem rapidamente a segurou pelo pescoço, empurrando mais fundo, jorrando as últimas gotas em sua garganta.
A chuva continuava e ja estava bem escuro. Aline não achava sua calcinha e sua blusa estava rasgada.
- Você é mesmo um macho de verdade, disse.
Ele a segurou pelos braços e cuspiu em seu rosto.
- Vadia.. gurias como você só dão para filhinhos de papai que nem foder sabem e se emocionam todas quando acontece algo diferente.
Ele a jogou no chão e disse:
- Quer q eu te foda denovo?
- Sim, quero... Muito, quero gozar
- Puta
Ela se pôs de quatro como uma cadela, ele abriu bem sua bunda, e mijou em seu cu ainda sujo de merda e sangue.
- É assim que trato as piranhas.
Ela queria mais, chegou perto dele, escorrendo mijo, com gosto e hálito de porra e pediu:
- Me fode mais uma vez.
- Sai daqui, cadela.
Ela pos a mão sobre o pau dele e pediu mais muitas vezes, até o momento em que o homem irritou-se e a escorou nas paredes do prédio.
- Quer meu caralho denovo?
- Sim, agora.
Nisso algumas pessoas passaram na rua, olhando para os dois.
- Meu Deus, me viram aqui contigo.
- E daí, vagabunda? Não queria transar?tu vai ver agora.
Ergueu sua perna, rasgando parte da saia preta que já estava suja e meteu novamente nela.
A chuva estava parando e as pessoas estavam passando. Gozaram rápido, ele, a lambuzando de porra, escorrendo entre as pernas, ela gozou como nucna havia gozado antes.
Ao terminarem, ele fechou o ziper e foi embora.
Ela, suja de porra e mijo, fedendo, suja, com as roupas rasgadas, pegou sua bolsa, foi para a rua, chamou um taxi e foi para casa, pensando naquele homem, que realmente a fez mulher.
O Professor Está Sempre Errado
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele.
(fonte - Revista do Professor de Matemática, no.36,1998.)
27 de outubro de 2009
Fotografias Eróticas II
Michal Tokarczuk Foto 1 - Foto 2 - Foto 3
Eric Kellerman (não é um dos meus preferidos, mas vá que alguém goste...) Foto 1 - Foto 2 - Foto 3
Bruno Bisang Foto 1 - Foto 2 - Foto 3
Elena Shumaeva Foto 1 - Foto 2 - Foto 3
Jorg Riethausen Foto 1 - Foto 2 - Foto 3 (ok, uma foto masculina, não reclamem!)
Palle Rubaek Foto 1
Pat Merz Foto 1
Cansei. Divirtam-se
24 de outubro de 2009
Filme da Semana: Curta-metragem francês - Passé sous silence
Sinopse:
"Porrada na mente. O curta-metragem Passé sous silence impressiona devido tamanha carnificina que transcorre no filme. Sem aparente explicação, uma casa de estudantes é invadida por um bando de pessoas que dão inicio a um terrível massacre. Muitas perguntas ficam nesta polêmica produção francesa. Seria uma espécie de nova Queda da Bastilha? Talvez uma pandemia que enlouquece as pessoas e as torna capaz de brutal chacina? Ou seria um grupo de fanáticos dispostos a promover um morticínio aos moldes estadunidenses? Quem sabe... Ouse descobrir o mistério deste curta, mas, cuidado com o sangue. Não recomendado para pessoas sensíveis."
Passé sous silence
Mathieu | Vídeo do MySpace
Confraternização de Halloween
22 de outubro de 2009
Curso de Letras
Foco de Estudo: Conceitos fundamentais e teorias relativas à Língua, à Literatura e aos respectivos processos de ensino e aprendizagem.
Atuação Profissional:
Refletir analítica e criticamente sobre questões teóricas em nível linguístico e literário;
Reconhecer variedades culturais;
Atuar interdisciplinarmente em áreas afins;
Identificar situações-problema, no âmbito da sala de aula bem como em trabalhos de consultoria e assessoramento, que conduzam à investigação;
Comprometer-se éticamente em proporcionar aos seus alunos a ampliação do domínio da língua e da literatura como instrumentos de plena participação social.
Campo de Atuação:
Redes públicas e particulares de ensino, como professor da língua materna e/ou literatura;
Empresas de Consultoria, assessoria e comunicação;
Secretarias da Educação e Cultura.
CURSO DE EXCELÊNCIA
3 Pós-doutores
22 Doutores
23 mestres
Disciplinas do curso
18 de outubro de 2009
Os Super-heróis e a História
17 de outubro de 2009
Livro da Semana – A morte de Ivan Ilitch

O romance conta a história da vida e da morte, de um juiz da corte elevada, de 45 anos, na Rússia do século 19 - um marido infeliz, pai orgulhoso, e ascendente-membro da classe profissional da Rússia. Classe da qual Tolstoi satirizava na maioria de suas obras. A protagonista da obra vive, o que parece ser, uma boa vida, apesar de manter um relacionamento infeliz com sua terrível mulher.
Ao mudar-se para um novo apartamento, Ivan Ilitch Golovin bate a parte inferior das costas enquanto colocava cortinas no novo imóvel, na intenção de aparentar status superior de sua família na sociedade. Semanas após o incidente, ele desenvolve um gosto estranho na boca e uma dor que não desaparece. Numerosos médicos (caros) visitam-no e fazem cirurgias em Ivan, mas nenhum consegue curar sua enfermidade.
A segunda metade da novela registra o terror e a batalha contra a idéia da própria morte. Ivan, após três semanas de agonia, morre.
Muitas pessoas têm diferentes interpretações para o final da novela. Uma interpretação é a morte como libertação de toda a agonia, sofrimento e mentiras que cercam a vida. Outra, é que essa descoberta – morrer -, para Ivan Ilitch, é a liberdade que vem com a verdade - no seu caso, veja a falsidade de sua vida, os valores mesquinhos que ele mantinha. Essa concepção da realidade e proximidade do fim lhe permitiu ter um breve momento de amor altruísta, ou pelo menos, compaixão por sua esposa e filho, descobrindo dessa forma o que significa ser verdadeiramente humano.
16 de outubro de 2009
A animação com areia
O vídeo, apresentado na final do concurso de talentos Ukraine's Got Talent, retrata a participação da Ucrânia na Segunda Guerra Mundial através da técnica de animação com areia.
O resultado é bem diferente. Assistam:
15 de outubro de 2009
Wish
e na penumbra vejo seus olhos
a escuridão me envolve
tateio o espaço
à procura de suas mãos
sinto sua respiração
ouço cada movimento ao meu redor
estou vendo sua sombra
me guio pelos teus movimentos
cada passo, cada segundo
estamos mais próximos do que nunca estivemos
posso contar sua pulsação
posso desenhar suas formas
posso desvendar seus pensamentos
pois eles são iguais aos meus
sua voz está mais rouca
e nosso hálito está quente
tua boca macia me absorve
tuas mãos envolvem todo o meu ser
nossa pele em atrito me provoca arrepios
e talvez distante
rola um Rolling Stones
e enquanto o sangue ferve em nossas veias
nos misturamos na volúpia
de um sonho qualquer
não me deixe acordar,
prenda-me baby,
prenda-me aqui...
...Yeah Dear
I need you...
[Priscila]
Aos professores...
Que deixa suas horas por um trabalho criativo,
Que passa as noites em claro produzindo atividades interessantes,
E não sabe mais o que são férias, afinal enquanto lá fora tudo acontece,
Você está trancado em casa fazendoseus planejamentos para o próximo ano letivo...
Parabéns pelo seu dia!!!
13 de outubro de 2009
Destinos Literários
O sucesso de O código da Vinci arrastou milhares de turistas pelas ruas parisienses e londrinas o que fez com que fosse criada uma "Rote da Vince" onde os guias apontavam cada detalhe tratado pelo autor do best-seller.
Um site espanhol elegeu as 9 cidades mais interessantes quando se trata de turismo literário. São:
9 de outubro de 2009
Filme da Semana: Persona

Após um desempenho na peça "Electra", uma famosa atriz, Elisabeth Vogler (LIv Ullmann), pára de falar. Sua psiquiatra, Lakaren (Margaretha Krook), a deixa sob os cuidados de Alma (Bibi Andersson), uma dedicada enfermeira. Como já fazem três meses que Elisabet não profere uma palavra, Lakaren decide que ela deva ser mandada para uma isolada casa de praia, com Alma. Na casa Alma fala pelas duas, pois Elisabet continua muda, comunicando-se apenas com pequenos gestos. Com o convívio Alma fica uma pouco enamorada pela atriz. Num dia conta para Elisabeth sobre uma excitante experiência sexual que teve numa praia, com desconhecidos, e a conseqüência desagradável disto. Pouco depois de fazer esta confidência ela lê uma carta que Elisabeth tinha escrito, onde fica chocada ao descobrir que a atriz pensa nela como um divertido objeto de estudo.
Fotografia erótica

As melhores fotos de Kovalik são eróticas, então vou colocar apenas o link pra quem tiver interesse em ver (assim ninguém me crucifica!).
Foto 1 - Foto 2 - Foto 3 - Foto 4 - Foto 5 - Foto 6 [engraçada demais!] Foto 7 - Foto 8
Quem gostar pode jogar no Google que encontra mais coisas (Kovalik faz fotos de cachorros e crianças também) ou fica no aguardo: o Éder e eu (Vanessa) vamos fazer um trabalho bem bacana sobre o erotismo nas artes. O trabalho vai ser apresentando no MOTEL do curso (quem ainda não sabe do que se trata, calma, logo postaremos os detalhes...)
Beijos
1 de outubro de 2009
Oficina
A apresentação, que tem entrada franca, será das 14 às 15h e 30min na sala L 206.
Mediante solicitação, será fornecido atestado de 2h/a.
Mudando os ares: sobre pinturas
Para ver as pinturas em tamanho real, é só clicar na imagem... A minha preferida é a do menino, os detalhes são fantásticos.
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